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Domingo XXVIII do Tempo Comum

Uma palavra fraterna.

Convidados para o “banquete nupcial” o Senhor aguarda a nossa anuência.

Algumas condições estão subjacentes a este convite.

Disponibilidade. Talvez a condição mais exigente. Expressa essa liberdade interior, disponibilidade de coração, para acolher a Sua vontade.

Despojamento. Não será pelos nossos méritos, privilégios ou sucessos já alcançados, que adquirimos o direito a participar no “banquete nupcial”.

Se o “banquete” é imagem desse lugar de encontro, fraternidade, comunhão, amizade, partilha, necessariamente devemos despojarmo-nos de tudo o que possa manchar de um modo negativo esse desejo de proximidade no qual o Senhor nos convida a participar.

Uma parábola que nos interpela sobre o lugar e a importância que cada um de nós dá à celebração da eucaristia. Eucaristia, imagem, sacramento dessa aliança que Deus quis contrair com toda a humanidade através de Seu Filho.

Não devemos também excluir a mensagem da missão que o Senhor nos confia ao enviar-nos a convocar outros para esse banquete único que o Senhor para todos tem preparado. Anúncio que acontece através de um testemunho coerente entre a fé que professamos e a nossa presença no mundo de hoje.

Surpreendente é a conclusão da parábola. Um traje, veste especifica para a plena participação no banquete. Veste que se entretece no nosso quotidiano, na justiça, na partilha, na solidariedade, na entrega e no serviço, na dádiva de si mesmo.

Uma Comunidade que anseia por participar neste banquete, é uma Comunidade que como uma família a todos acolhe e procura crescer e fortalecer-se na fidelidade ao amor incondicional de Deus para com todos.

Para todos, uma saudação fraterna e amiga

Pe. João Valente