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Domingo XVI do Tempo Comum

Uma palavra fraterna.

Hoje, surpreendidos pelo relato de três parábolas, todas começam com a mesma expressão: «O reino dos Céus pode comparar-se…» como que a dizer-nos, qual a maneira de ser e de agir de Deus para connosco.

A parábola do trigo e do joio fala-nos da necessidade de uma sã convivência, tolerância ou respeito mútuo, para com todos aqueles que não fazem a mesma leitura da vida que nós, isto é; segundo os critérios do Evangelho, ao jeito de Jesus. Simultaneamente, traduz a situação que a Igreja vive no mundo. A parábola não nos autoriza a fazer uma divisão simplista entre bons e maus, nem a marcar uma fronteira entre o bem e o mal. Pois, em verdade, essa realidade existe no mais íntimo de nós mesmos.

Assim, também o grão de mostarda e o fermento na massa, são sinal deste agir de Deus no mundo: na simplicidade, discrição, pequenez, mas, simultaneamente com uma força indestrutível, pois tem a força do bem, a força do amor.

O interesse de Jesus não está na quantidade de discípulos, mas, sim na sua autenticidade, na sua qualidade.

O importante está, em que sejamos capazes de gerar vida.

O Reino de Deus tem por isso a força de nos transformar, renovar, converter, para que possamos gerar frutos, ou, ser sinal e presença de conforto e esperança: “Fazer da Igreja uma rede de relações fraternas”

Para todos, uma saudação fraterna e amiga,

Pe. João Valente